Alexandre Rabello é um profissional experiente com mais de 39 mil atendimentos dedicados a aliviar dores e sintomas de seus pacientes.

Iniciou sua caminhada na área da saúde em 2005. Formou-se em Fisioterapia, se especializou em Osteopatia e está finalizando o Doutorado na USP com foco em Zumbido.

É professor na Escuela de Osteopatia de Madrid (EOM) desde 2019 e coordenador da EOM – Belo Horizonte, desde 2022.

“Escolhi dedicar a minha vida à Osteopatia. É através dela que posso melhorar a qualidade de vida das pessoas. Cada ser humano é único, esta é a filosofia da Osteopatia e a minha também”.

Dúvidas Frequentes

A Osteopatia é uma abordagem terapêutica que utiliza as mãos na busca de identificar e tratar disfunções que geram dores e má funções no corpo através de técnicas específicas. 

O tratamento visa melhorar a mobilidade das estruturas corporais como: ossos, articulações, ligamentos, discos intervertebrais, músculos, nervos, vísceras e crânio. Promovendo equilíbrio e melhor funcionamento do organismo para tratar a causa das dores. 

A Osteopatia pode auxiliar em diversos quadros, como:

Bruxismo 
Ciatalgias
Constipação Intestinal 
Cruralgias
Disfunção Temporomandibular 
Disquesia (Dificuldade de Evacuar) | Bebê
Dor de Cabeça
Dor Lombar
Dor no Pescoço
Dores Articulares
Dores Torácicas
Enxaqueca
Fibromialgia 
Hérnia de Disco
Nevralgia Cervicobraquial 
Plagiocefalia (Cabeça Torta) | Bebê
Refluxo Gastroesofágico | Adulto e Bebê
Tendinites e Tendinoses 
Tensão Muscular
Tonturas
Torcicolo | Adulto e Bebê
Zumbido

O paciente passa por avaliação detalhada e personalizada antes de iniciar o tratamento. 

  1. História clínica da queixa de dor e alterações funcionais do paciente;
  2. Anamnese Geral: histórico de traumas, histórico de cirurgias, funcionamento geral do organismo; 
  3. Utilização de questionários específicos para mensurar queixas dos pacientes;
  4. Exame Clínico: avaliação postural com enfoque em regiões de maiores tensões corporais, mobilidade do corpo: movimentos da coluna cervical, coluna lombar, coluna torácica, membros superiores e membros inferiores. 
  5. Testes Ortopédicos e Neurológicos;
  6. Testes de mobilidade específicos osteopáticos
  7. Através de raciocínio utilizando todas as informações coletadas é realizado o diagnóstico osteopático;
  8. À partir dessa análise, o osteopata identifica possíveis restrições e aplica técnicas manuais específicas para melhorar a função das estruturas envolvidas.
  9. É realizado o atendimento/tratamento, são feitas as orientações gerais sobre as prováveis causas dos problemas, prescritos exercícios para serem realizados em casa quando necessário. 

Normalmente as sessões duram entre 45 minutos e 1 hora, dependendo da avaliação e do tratamento realizado.

O número de sessões depende do tipo de problema, tempo de evolução da dor e resposta individual ao tratamento. Em muitos casos, os pacientes relatam melhora nas primeiras sessões.

No Brasil, a Osteopatia é reconhecida como uma especialidade da Fisioterapia. Para iniciar a formação, é necessário primeiro concluir a graduação em Fisioterapia.

Após a graduação, o profissional deve realizar uma formação específica em Osteopatia em uma instituição reconhecida e com formação sólida. Uma das escolas mais tradicionais do país é a Escuela de Osteopatía de Madrid (EOM), que possui programas de formação no Brasil.

A formação em Osteopatia é extensa e exige alto nível de dedicação. Normalmente tem duração de cerca de 5 anos, com aulas teóricas e práticas, avaliações periódicas e estágio clínico supervisionado. A carga horária total costuma incluir aproximadamente 1.500 horas de aulas e cerca de 500 horas de estágio supervisionado.

Após concluir toda a formação, o fisioterapeuta pode realizar a prova de especialista promovida pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO). Ao ser aprovado, recebe o Título de Fisioterapeuta Osteopata, com registro da especialidade (RQE) junto ao conselho profissional.

Sim. Quando realizada por profissional qualificado, a Osteopatia é considerada um tratamento seguro. A avaliação inicial também serve para identificar possíveis contra indicações.

A maioria das técnicas é suave e bem tolerada. Em algumas situações pode haver leve desconforto momentâneo, mas o tratamento é sempre realizado respeitando o limite e preferências do paciente.

Não. Ambas utilizam técnicas manuais, porém a Osteopatia possui uma abordagem mais ampla, considerando a interação entre músculos, articulações, sistema nervoso e outros sistemas do corpo. As técnicas sobre o crânio e vísceras não são utilizadas na quiropraxia.

A Osteopatia pode ser indicada em todas as fases da vida, desde recém-nascidos até idosos. 

O tratamento é sempre adaptado às necessidades e características de cada faixa etária, respeitando a individualidade de cada paciente e o momento de desenvolvimento do corpo.

O Osteopata utiliza técnicas específicas e adequadas para cada fase da vida:

Recém-nascidos e Bebês

As técnicas são extremamente suaves e adaptadas à delicadeza do organismo do bebê. A avaliação osteopática pode auxiliar na identificação de possíveis tensões ou restrições de mobilidade decorrentes da gestação, do parto e/ou dos primeiros meses de vida..

Crianças e Adolescentes

Durante o crescimento, o corpo passa por diversas mudanças estruturais. A Osteopatia pode ajudar a acompanhar esse desenvolvimento, contribuindo para o equilíbrio postural e para o bom funcionamento do sistema musculoesquelético.

Adultos

Nesta fase, o tratamento é frequentemente procurado para auxiliar em dores musculares, articulares, limitações de movimento ou problemas funcionais em órgãos ou sistemas, além de contribuir para o melhor funcionamento global do organismo.

Idosos

No envelhecimento, a osteopatia pode ajudar a melhorar a mobilidade, reduzir dores e contribuir para a manutenção da qualidade de vida. As técnicas são sempre adaptadas às condições individuais de cada paciente.

A Osteopatia respeita a individualidade de cada etapa da vida, utilizando abordagens seguras e apropriadas para cada idade. Antes de iniciar o tratamento, é sempre realizada uma avaliação detalhada, que orienta as técnicas mais adequadas para cada pessoa.

Se o paciente possuir exames como ressonância magnética, tomografia e raio-x, eles podem ajudar na avaliação clínica.

Sim. Mesmo pacientes travados com grande dificuldade de mobilidade são tratados desde o início dos sintomas. O Fisioterapeuta Osteopata apresenta em seu exame e técnicas formas de ajudar esse paciente. Muitas pessoas procuram a Osteopatia para melhorar a mobilidade, prevenir problemas musculoesqueléticos e viscerais.

A avaliação com um Osteopata é indicada sempre que houver dores musculares ou articulares, agudas ou crônicas, limitações de movimento ou desconfortos relacionados à coluna e ao funcionamento do corpo, órgãos e sistemas.

Pacientes que já realizaram tratamento e receberam alta muitas vezes são orientados a retornar periodicamente para acompanhamento, mesmo na ausência de dor, como forma de manutenção do equilíbrio do corpo e prevenção de novos problemas.

Além disso, é importante ficar atento após traumas ou eventos específicos, como quedas, acidentes de carro ou episódios de infecção (intestinal, urinária, respiratória, garganta ou sinusite). Essas situações podem gerar adaptações no organismo que, ao longo do tempo, podem contribuir para o surgimento de novos desconfortos ou disfunções.

Por isso, a avaliação osteopática pode ajudar na identificação precoce de alterações e na manutenção da saúde e do bom funcionamento do corpo.

Nosso Consultório

Consultório aconchegante e equipado para atendimento em Belo Horizonte/Nova Lima.

Rodovia Januário Carneiro, 8620
salas 414/415 Vale do Sereno
Nova Lima – MG, 34006-002
keyboard_arrow_up